Enchente
Novembro a janeiro
As chuvas do planalto chegam, o rio sobe e a planície começa a se encher. A mata reverdece e as aves iniciam a nidificação.

O bioma
Cerca de 150 mil km² que respiram no ritmo da água: enchem, transbordam, secam e enchem de novo. É esse pulso que faz do Pantanal o lugar mais generoso do continente para ver vida selvagem de perto.
Um mar interior
Encaixado no centro da América do Sul, o Pantanal é uma bacia rasa que recebe as chuvas do planalto e as devolve devagar, ao longo de meses. A água não escorre: ela se espalha, alaga campos inteiros e transforma a paisagem quatro vezes por ano.
Essa lentidão é o segredo do bioma. Os nutrientes ficam, os peixes se multiplicam nas baías, as aves nidificam aos milhares e os grandes mamíferos se concentram nas margens. Nenhum outro lugar do Brasil torna a fauna tão visível.

Onça-pintada
Nas barrancas dos rios de Porto Jofre, a onça caça capivara e jacaré à luz do dia, e por isso se deixa ver como em nenhum outro lugar. Nas embarcações da Transpantanal, o encontro acontece do rio, a partir da água, sem cercar nem perseguir o animal.
A melhor janela do ano para avistamento, quando a água baixa e a onça desce à margem
O ciclo das águas
O bioma não tem verão e inverno: tem cheia, vazante, seca e enchente. Cada fase muda o que se vê, onde se navega e o que o rio entrega. Saber ler esse calendário é metade da viagem.
Novembro a janeiro
As chuvas do planalto chegam, o rio sobe e a planície começa a se encher. A mata reverdece e as aves iniciam a nidificação.
Fevereiro a abril
O Pantanal vira um mar raso. Os peixes se espalham pelos campos alagados para se alimentar, e a paisagem se navega quase inteira.
Maio a julho
A água recua e devolve os peixes aos rios e baías. É o período mais generoso para a pesca esportiva e para a fotografia de aves.
Agosto a outubro
A vida se concentra no que sobrou de água. Jacarés, capivaras, ariranhas e onças se acumulam nas margens. É o auge do ecoturismo.
Fora desse período vale o defeso, quando os peixes sobem os rios para desovar e a pesca é suspensa por lei. O ecoturismo e a observação de fauna seguem o ano inteiro.
Quem vive aqui
Onças-pintadas, ariranhas, jacarés, capivaras e mais de 650 espécies de aves dividem as mesmas margens. No Pantanal, a floresta é aberta e a água é rasa. A vida selvagem não tem onde se esconder, e é isso que torna cada saída memorável.









Pantanal Norte
O Pantanal Norte, em Mato Grosso, é a porção mais preservada e mais procurada do bioma. Chega-se por Poconé, descendo 150 km de estrada de chão pela Transpantaneira, uma rodovia de mais de cem pontes de madeira suspensa sobre o alagado. O próprio trajeto já é um safári.
No fim dela está Porto Jofre, na confluência dos rios Piquiri e São Lourenço. É dali que a Transpantanal opera, com a base flutuante ancorada no encontro das águas e todas as saídas partindo direto para os corixos e baías.
Nossa base flutuante fica no lugar exato onde a fauna se concentra. Conte quando você pretende vir e a nossa equipe monta o roteiro pelo WhatsApp.